Wednesday, September 17, 2008

Aquele querido cinema português

"Aquele querido mês de agosto" é um filme português, cujo título está bem escolhido, com um bom cartaz, mas que tem os piores defeitos do cinema luso:
Luz : Tem por vezes planos tão escuros, que esquece quem está do outro lado do ecrã.
Som: Ouvem-se pormenores demais, não é depurado, parece que até as migalhas a cair se ouvem, e isso irrita porque é desnecessário, amplia os piores sons da realidade.
Ritmo: Continuam os planos longos e demorados em torno de "naturezas mortas", o que faz com que as 2h e meia do filme sejam completamente inúteis.
Um desperdício, que faz o espectador mais "aficionado" como eu cansar-se , e dizer finalmente: Desisto, tenho de me render e dar razão aos críticos: Que morra a porcaria do cinema português !!!

ABBA

Sobre o "Mammamia":
Obrigado aos ABBA por não terem medo de serem ridiculos, e de uma forma simples transmitirem alegria e uma "good vibration", sem medos nem vergonha, com muita generosidade, e num ritmo capaz de agarrar mesmo o mais tímido.

Mamma Mia! The Movie Trailer (2008) - Great Quality!

Saturday, August 16, 2008

Friday, August 08, 2008

Baleal, a praia mais bonita de Portugal

A tarde de Sintra

um abraço ao Jorge costa por ter escrito este parágrafo no esquerda.net

O internacionalismo é a luta pelos direitos humanos. Há quase dez anos, quando o Bloco chegou ao parlamento, uma das suas primeiras iniciativas foi a proposta de um voto de solidariedade com o jornalista angolano Rafael Marques, então preso por críticas ao regime do MPLA. A proposta não passou. Contra ela, um muro de silêncio uniu PSD, PS e PCP. Pouco tempo depois, teve de ser fora do parlamento que deputados do Bloco e de outros partidos se encontraram com o Dalai Lama, que representa a luta pela auto-determinação do Tibete, ocupado pela China. Já para ouvir o líder parlamentar comunista referir-se ao totalitarismo da Coreia do Norte como um exemplo de democracia, não foi necessário sair da Assembleia da República. (aqui)

Monday, August 04, 2008

Finalmente !!!

Esta era uma das peças que faltava no puzzle da luta anti discriminação LGBT em Portugal , uma revista assumida e irreverente.
Espero que tenha sucesso e longa vida...(Para já podem começar por melhorar o site...)

Monday, July 28, 2008

Público - CPLP - Língua - petróleo

Hoje, no Público, João Pacheco tem um brilhante e interessante artigo sobre petróleo e língua Portuguesa, onde brinca com as letras dizendo coisas sérias. a Ler.
(Ps: se me vendessem o P2 em separado eu comprava...)

Sunday, July 27, 2008

Verão



O verão, por estas terras lusas, e para quem se possa deslocar, é uma estação muito generosa: festivais de música para todos os gostos, praias variadas e para vários contextos sociais..Voçês sabem como é...
O Festival de Músicas do Mundo de Sines, muito bom na sua concepção, e apesar dos altos e baixos das programação, é um "must", pelo sitios, pelas pessoas, pela programação paralela, como o cinema, que o acompanha...
É provavelmente no verão que se conhecem mais pessoas novas, alguma ficam outras vão, mas fico sempre com a sensação de que em cada verão se cresce, em cada verão se vive a grandeza dos dias mais longos da nossa vida.

Sunday, July 20, 2008

Pink Martini - Kikuchiyo To Mohshimasu

uma das músicas que eu mais gosto. A tradução da letra ainda a torna mais interessante...A kikuchiyo anda desaparecida...

Friday, July 18, 2008

Candide Overture: Leonard Bernstein conducting

Já estava com saudades de ouvir música , e esta do Bernstein é espectacular, conheci-a pela primeira vez na Gulbenkian.

Tuesday, July 15, 2008

Groove Armada - Superstylin' Glastonbury

festivais de verão. há muitos, caros, mas lá que é bom ir isso é.

Saturday, June 28, 2008

Coldplay - Viva la Vida

dedico este post, partilhando este clip, à A. ; ao Xico F. ; à minha mãe, e, não sei porquê, aos professores que foram importantes para mim.

Friday, June 27, 2008

Concordo inteiramente !!!

«Realmente é com grande tristeza que se assiste ao novo capítulo anti-TGV que nos oferece o PSD de MFL.
Por que motivo as pessoas olham para a política sem credibilidade? E se afastam? Porque há gente incoerente, desonesta e sem transparência. E irresponsável. MFL foi ministra das Finanças de um Governo que na Figueira da Foz, em 2003, assinou com o Executivo de Madrid, um acordo para a construção de CINCO trajectos de Alta Velocidade, orçados em 9000 Milhões de Euros.
(..) A "alta velocidade" que se pretende construir, não é a ideal: é a possível, depois das "marteladas" diversas que lhe foram infligindo. Representa um investimento de 7,9 mil milhões de Euros, dos quais 36% são públicos, bem menos, portanto, do que o montante aprovado pelo Governo em que tinha assento MFL, na pasta "menor" das Finanças.
Basicamente, corresponde ao trajecto Lisboa-Porto em 1:15h, única forma de garantir escala ao território de Portugal para se assumir como opção estratégica de localização de investimento directo estrangeiro (IDE) à escala planetária: uma "cidade" com 7 milhões de indivíduos. Ligada por sua vez a Madrid em menos de 3 horas e com um prolongamento ulterior a Vigo e à Corunha, preenchendo o Arco Atlântico e projectando-o na Estremadura.
É impressionante que haja gente, até do chamado "mundo empresarial", que não veja que o problema de Portugal nada tem a ver com falta de produtividade, leis laborais, falta de formação... Tem a ver, isso sim, com duas questões que a maior parte destes patrões (não-"empresários") evidencia extrema dificuldade em compreender: o problema do ENQUADRAMENTO da economia, e o problema da ESCALA. (...)
Vamos a Espanha, a França, à Alemanha. Aquilo é uma batalha feroz entre confederações empresariais de várias cidades, todos a reclamarem que as linhas de AV passem por lá. E é a ausência deste fenómeno em Portugal que é preocupante (com as notáveis excepções de Évora e Leiria). Aflige assistir-se a esta iliteracia empresarial, reduzida a tanta tacanhez. Nem com o sobressalto do aumento dos combustíveis fósseis se retiram ensinamentos.»

Manuel M. T.

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Thursday, June 19, 2008

Psicopatologia do Futebol




Bem, amigos, ver os jogos de Portugal dá trabalho, dá muito trabalho.
O resultado com a Alemanha é conhecido, falemos do resto:
O resto que é tudo, que é o mais importante, porque serve provavelmente para este e muitos , todos os jogos. Engane-se quem pensa que o resultado é o que aparece no fim, para mim o mais importante é a capacidade de mobilização, o jogo psicológico, a luta, a consciência das fraquezas, o jogo humilde mas ambicioso, a resistência face à campanha do adversário.
Sempre achei Scolari forte nesses aspectos, por isso ganhou várias vezes, soube ultrapassar vários anos (séculos?) de derrotismo cobarde, e soube passar isso aos jogadores também.
Quem não aprendeu foram os comentadores, sempre a ver o "fabuloso" jogo da Alemanha, prontos a elogiar cada passe como se soubessem o resultado final, mas muitas vezes atraiçoados pelo desenvolvimento das jogadas, com frases que mereciam ficar escritas por tanta hipocrisia que destilam, mudando o sentido das afirmações com o virar da bola. O comentador Português é reles, é mediocre, haje egoisticamente como se ingnorasse efeito quem tem em milhões de pessoas, pensa só no dia seguinte, e agarra-se como lagartixa ao vencedor, na ânsia de ter razão amanhã, mesmo que não lhe sobre o mais ínfimo pingo de vergonha.
O adepto Português, ainda sem ter consolidado a sua posição interior, acaba por perder-se no labirinto tecido pela campanha psicológica, cedendo aos instintos mais primordiais, e não consegue deixar de reagir com vergonha, medo, angústia e desespero.
Neste momento, os comentadores de sempre, que parecem não ter aprendido nada desde os ultimos campeonatos, estão na televisão a enterrar Scolari, demonstrando a sua total incapacidade para pensar soluções, agir e fazer agir sobre os resultados, como o típico profeta da desgraça.
Acabo como Agostinho: Não lutar é fácil, desistir não exige esforço, é a consagração dos fracos.
Agora vamos, finalmente, construir o País, e eu proponho desde já uma coisa: Deportar para a Alemanha os comentadores de Futebol.

Monday, June 16, 2008

O telemóvel, o taxi, o restaurante e a fraternidade.

Sábado à noite, a caminho da "night" mais desejada da semana, e com umas malditas calças que têm uns bolsos "semíticos", ao sair d táxi, e pronto para me encontrar com amigos, (hoje em dia não há encontro que não esteja dependente do telele até ao mais derradeiro momento) ponho a mão no bolso nada, no outro e nada, e outro e outra vez, até me consciencializar de que não tinha mesmo o telele. Rodeado de gente, ão avistava nenhum do meus amigos. Fui à procura de um telefone, em vão, não há telfones que funcionem. Como tinha o recibo com o nome do taxista, pedi a outro taxista que falasse pela radio táxis, para saber do telele mas nenhum deles, subitamente e sem se saber porquê, não tinha rádio (?). Até que encontrei um restaurante, ao verem a minha cara, acreditaram em mim, e deixaram-me fazer um telefonema gratuitamente, dizendo para eu lá ir jantar depois.
O taxista atendeu o meu telele, estava na "Reboleira", de modo que lá fui de táxi até à reboleira. No caminho, e como iamos em bandeirada 5 (ida e volta para o mesmo local, fica mais barato) um taxista fez sinal ao motorista que me levava, a "avisar" de que ia em bandeirada 5, como quem diz, não faças isso. Acontece que eu ia com um taxista "honesto", paguei 15€ para ter o telele de volta, caso fosse bandeirada normal pagaria mais de 30...Fiquei ainda a saber que há 3 bandeiradas: 1 - normal, fica mais cara de noite mas é a 1. 3 - Serviços fora de lisboa. 5 - Ida e volta. As antigas 1 e 2 acabaram.
Lá encontrei depois quem tinha de encontrar, tenho um jantar "pendurado" num restaurante do bairro, aprendi sobre bandeiradas e ainda tive algum sorte.

Tuesday, June 10, 2008

Monday, June 09, 2008

Barack Obama: 'A More Perfect Union' (Full Speech)

Sou uma pessoa prática, com pouca paciência para coisas inúteis, por isso, e agora que Obama é o candidato democrata, já posso dar-me ao trabalho de o conhecer melhor, já sei que será ele ou a continuação do que está. O facto de não conhecer a soc americana dificulta-me a interpretação das suas propostas, sobretudo na sua aplicação concreta. Claro que, mesmo sabendo que depois as coisas não assim tão simples, é bom ouvir alguém com discursos fluentes e ideias desbloqueadas.